Product Management · Delivery Management · Business Agility · Product Operations · Governança e Portfólio

Transformo contextos complexos em decisões simples.

Conecto negócio, produtos, estratégia, tecnologia, cultura e processos para clarear escolhas, alinhar pessoas e entregar resultados mensuráveis.

O que eu resolvo

As dores que destravo — e o que elas viraram

Cinco frentes recorrentes em produto, negócio e tecnologia, cada uma com um resultado real. Raramente vêm sozinhas: começo entendendo o contexto e as pessoas antes de propor o caminho.

Resultados agregados e publicáveis. Informações confidenciais foram omitidas. Cada número abre o case que o contextualiza.

Como penso

Decisões melhores começam por tornar o raciocínio visível

Meu trabalho combina clareza executiva, visão sistêmica, pensamento crítico e responsabilidade sobre consequências.

Complexidade precisa virar escolha

Estratégia só orienta quando explicita prioridades, limites e o que deliberadamente não será feito.

Métrica boa promove comportamento

Indicadores ligam o valor do cliente ao impacto no negócio e cabem na ação do time. E como métrica molda comportamento, escolho com cuidado qual quero incentivar.

Toda decisão contém uma renúncia

Trade-offs precisam ser visíveis para que pessoas diferentes consigam se alinhar e agir com autonomia.

Mudança depende de adesão

Uma boa solução não basta. É preciso influenciar, comunicar e criar condições para que outras pessoas a sustentem.

Conhecer minha filosofia de trabalho

Abordagens

Métodos que adapto à leitura do contexto

Tenho métodos e modelos próprios, lapidados em contextos reais. Não são receitas fixas: leio o cenário e as pessoas, e a forma muda — às vezes pragmática, às vezes lúdica. O que não muda é a orientação a resultado.

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Conteúdos

O que penso, publico e construo

6 livros em coautoria e 4 livros autorais em desenvolvimento, 12 participações em podcasts e vídeos (Product Guru's, Love the Problem, Conversa Ágil, GloboTechCast), 4 artigos científicos e projetos com inteligência artificial — sobre produto, estratégia, agilidade, cultura e IA.

Perguntas diretas

Perguntas que costumo ouvir

Você só atua em empresas de tecnologia e financeiras?

Não. Foi onde acumulei mais cases, mas as dores que resolvo não dependem do setor: toda empresa tem pessoas e processos e, portanto, sempre haverá fluxo, previsibilidade, priorização, leitura do cliente e alinhamento para destravar.

Você atua só no nível estratégico?

Não. Entendo que saber conectar o estratégico, o tático e o operacional é a chave para desempenho, alinhamento e engajamento. Transito entre a conversa de board e a decisão do dia a dia do time — e é essa ponte que gera resultado.

Suas abordagens são receitas prontas?

Não. Tenho métodos próprios, mas leio o contexto e as pessoas antes de aplicar. A forma muda — às vezes pragmática, às vezes lúdica; o que não muda é a orientação a resultado mensurável.

Por que você tem tantos cargos diferentes?

Porque amo resolver problemas, e cada papel resolve um tipo. Como Product Manager, os problemas de produto e cliente. Como Delivery Manager, os do time e dos stakeholders mais próximos da entrega. Em agilidade (Agile Coach, Scrum Master), fundamento cultura, experimentação, teste e aprendizagem. Em portfólio e Product Operations, conecto áreas em um modelo operacional e uma governança eficiente, com visibilidade. É o mesmo trabalho visto por ângulos diferentes.

Como você trabalha com inteligência artificial?

Em duas frentes: IA para produtividade no próprio trabalho (desenvolvimento, automação) e IA como componente do produto (modelos de linguagem, RAG, agentes). Nunca IA pela IA: só quando há ganho real e o uso não estrangula a margem nem extrapola custos sem resultado que valha a pena — sempre com métricas de adoção e governança.

Onde você atua?

Sou carioca, de Niterói, Rio de Janeiro. Trabalho de forma remota com times no mundo todo e, presencialmente ou híbrido, no Sudeste do Brasil.

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