Fluxo de entrega
O tempo entre decidir e entregar é maior do que o desejado.
93 → 21 dias de lead time no lançamento de um MVP Abordagens para esta dorProduct Management · Delivery Management · Business Agility · Product Operations · Governança e Portfólio
Conecto negócio, produtos, estratégia, tecnologia, cultura e processos para clarear escolhas, alinhar pessoas e entregar resultados mensuráveis.
O que eu resolvo
Cinco frentes recorrentes em produto, negócio e tecnologia, cada uma com um resultado real. Raramente vêm sozinhas: começo entendendo o contexto e as pessoas antes de propor o caminho.
O tempo entre decidir e entregar é maior do que o desejado.
93 → 21 dias de lead time no lançamento de um MVP Abordagens para esta dorÉ difícil dizer com confiança o que será entregue e quando.
20% → 65% aderência entre roadmap planejado e realizado Abordagens para esta dorHá mais iniciativas do que capacidade, e o que fica de fora nem sempre é explícito.
R$ 25 mi → R$ 65 mi valor financeiro gerado pelo portfólio priorizado Abordagens para esta dorOs sinais do cliente, dos dados e do resultado não estão claros o bastante para decidir.
25% → 65% conversão de insight de dados em ação, com apoio de IA Abordagens para esta dorÁreas e pessoas decidem de formas desencontradas, e o conhecimento fica concentrado em poucas.
+57% qualidade percebida na saúde dos times Abordagens para esta dorResultados agregados e publicáveis. Informações confidenciais foram omitidas. Cada número abre o case que o contextualiza.
Como penso
Meu trabalho combina clareza executiva, visão sistêmica, pensamento crítico e responsabilidade sobre consequências.
Estratégia só orienta quando explicita prioridades, limites e o que deliberadamente não será feito.
Indicadores ligam o valor do cliente ao impacto no negócio e cabem na ação do time. E como métrica molda comportamento, escolho com cuidado qual quero incentivar.
Trade-offs precisam ser visíveis para que pessoas diferentes consigam se alinhar e agir com autonomia.
Uma boa solução não basta. É preciso influenciar, comunicar e criar condições para que outras pessoas a sustentem.
Abordagens
Tenho métodos e modelos próprios, lapidados em contextos reais. Não são receitas fixas: leio o cenário e as pessoas, e a forma muda — às vezes pragmática, às vezes lúdica. O que não muda é a orientação a resultado.
Conhecer as abordagensPrática
Os cases registram contexto, escolhas, métricas e aprendizados — não uma lista de responsabilidades.
Estruturação de governança para conectar estratégia, dores de clientes, risco, dependências e impacto financeiro em um ambiente regulado e de grande escala.
Criação de uma linguagem comum de métricas e de um agente de IA para orientar resultados, conectar fontes e reduzir a distância entre análise e ação.
Conteúdos
6 livros em coautoria e 4 livros autorais em desenvolvimento, 12 participações em podcasts e vídeos (Product Guru's, Love the Problem, Conversa Ágil, GloboTechCast), 4 artigos científicos e projetos com inteligência artificial — sobre produto, estratégia, agilidade, cultura e IA.
Perguntas diretas
Não. Foi onde acumulei mais cases, mas as dores que resolvo não dependem do setor: toda empresa tem pessoas e processos e, portanto, sempre haverá fluxo, previsibilidade, priorização, leitura do cliente e alinhamento para destravar.
Não. Entendo que saber conectar o estratégico, o tático e o operacional é a chave para desempenho, alinhamento e engajamento. Transito entre a conversa de board e a decisão do dia a dia do time — e é essa ponte que gera resultado.
Não. Tenho métodos próprios, mas leio o contexto e as pessoas antes de aplicar. A forma muda — às vezes pragmática, às vezes lúdica; o que não muda é a orientação a resultado mensurável.
Porque amo resolver problemas, e cada papel resolve um tipo. Como Product Manager, os problemas de produto e cliente. Como Delivery Manager, os do time e dos stakeholders mais próximos da entrega. Em agilidade (Agile Coach, Scrum Master), fundamento cultura, experimentação, teste e aprendizagem. Em portfólio e Product Operations, conecto áreas em um modelo operacional e uma governança eficiente, com visibilidade. É o mesmo trabalho visto por ângulos diferentes.
Em duas frentes: IA para produtividade no próprio trabalho (desenvolvimento, automação) e IA como componente do produto (modelos de linguagem, RAG, agentes). Nunca IA pela IA: só quando há ganho real e o uso não estrangula a margem nem extrapola custos sem resultado que valha a pena — sempre com métricas de adoção e governança.
Sou carioca, de Niterói, Rio de Janeiro. Trabalho de forma remota com times no mundo todo e, presencialmente ou híbrido, no Sudeste do Brasil.
Próxima conversa