Abordagens

Métodos próprios, adaptados à leitura do contexto.

Modelos, frameworks e diagnósticos que criei e lapidei em contextos reais. Filtre pela dor que quer resolver ou pelo tipo de método.

Nenhum é receita fixa: leio o cenário e as pessoas antes de aplicar. A forma muda — às vezes pragmática, às vezes lúdica; a orientação a resultado, não.

Abordagens

Decomposição da estratégia até a execução

Conecto os níveis de granularidade do trabalho — estratégia, objetivo, épico, história, tarefa — sem confundir formalismo com valor: o valor está na história, o épico é só organização. Deixo explícito por que múltiplos objetivos em paralelo não aceleram a entrega e como o foco e o fatiamento por valor destravam o fluxo. Para times menos técnicos, uso analogias do cotidiano; para um comitê executivo, falo em capacidade, dependências e custo de oportunidade.

Resolve: Fluxo de entrega

Modelo mental

Gestão de dependências cross-team

Torno visíveis as dependências que travam times 'autônomos'. Mapeio as apostas estratégicas, os times que as impactam e cada dependência (conhecimento, pessoas, ferramentas, microsserviços, clientes), classificando-as numa matriz de probabilidade × impacto ligada às apostas. A priorização orienta a topologia dos times e a revisão de processos — no PicPay, isso reduziu o waiting time médio de 20 para 3 dias.

Resolve: Previsibilidade Fluxo de entrega

Framework de processo Canvas e ferramenta

Priorização executiva: do método ao trade-off

Trato a priorização como o gargalo central de produto. Combino métodos conhecidos (RICE, WSJF, Driver Tree, custo de oportunidade) com a camada executiva que vivi em ambiente regulado: cost of delay, ROI, RAROC (retorno ajustado ao risco) e custo de servir. No Itaú, conduzi workshops de portfólio com três diretorias, ~80 superintendências e cerca de 250 GPMs, forçando escolhas e renúncias explícitas — o valor das iniciativas priorizadas foi de R$ 25 mi para R$ 65 mi.

Resolve: Direção e priorização Fluxo de entrega

Framework de processo Canvas e ferramenta

Cardápio de métricas: da estratégia à métrica acionável

Crio uma linguagem comum de métricas para que indicadores virem decisão, não só dashboard. Modelo cada métrica em rede — nome, domínio, fórmula, propósito e relações de desdobramento, correlação e causalidade — distinguindo desdobramento direto (variável da fórmula) de causal (impacto ao longo do tempo). No Itaú, esse cardápio virou fonte única de verdade e base de conhecimento de um agente de IA (LLM + RAG), elevando a conversão de insight em ação de 25% para 65%.

Resolve: Leitura do cliente e do negócio Direção e priorização

Canvas e ferramenta

Os 4 H da escuta

Trato a facilitação como escuta profunda, não cerimônia. Estruturo a escuta em quatro etapas — hospitalidade (ser anfitrião), hospital (diagnosticar sem julgar), hospício (acolher a criatividade e a divergência) e hospedeiro (contar a história coletiva do que se escutou). Aplico isso para que retrospectivas e diagnósticos gerem alinhamento real e melhoria contínua, em vez de planos de ação vazios.

Resolve: Alinhamento e autonomia

Facilitação Diagnóstico

Problema antes da solução

Negócio, cultura, organização e tecnologia compartilham o mesmo viés: propor a solução antes de entender o problema. Trabalho para que a empatia não fique só com o cliente final, mas também com os pares — porque ela muda o code review, a conversa de RH, o atendimento e o backlog. Trago um banco de perguntas de exploração para sustentar a clareza do problema antes de qualquer decisão.

Resolve: Leitura do cliente e do negócio Alinhamento e autonomia

Modelo mental Diagnóstico